Marketing multinível: desmistificando o modelo de negócios do século XXI

marketing multinível: introdução
Marketing multinível é um modelo de distribuição de bens ou serviços que visa remunerar um profissional com base em suas vendas individuais e pelas vendas de sua equipe.

Marketing multinível também é conhecido como marketing de rede ou MMN.

Grandes empresas como Mary Kay, Anway, Natura e Avon utilizam esse modelo de negócio.

Essas empresas movimentam, juntas, bilhões de dólares por ano e tornam muitas pessoas milionárias ao redor do mundo.

Infelizmente, várias pessoas acabam confundindo marketing multinível com pirâmides financeiras, as quais são ilegais.

Isso prejudica a imagem das empresas de marketing multinível e faz com que muitas pessoas percam excelentes oportunidades de negócios.

Mesmo que você não conheça o marketing multinível, você entenderá esse modelo de negócios de maneira simples neste post.

Usarei neste post uma abordagem baseada em storytelling, ou seja, contar histórias envolventes.

Eu contarei a saga de Mari do absoluto zero ao sucesso no marketing multinível, mostrando várias etapas desse processo.

Este post é direcionado a:

  • pessoas que querem entender mais sobre o marketing multinível;
  • pessoas com alma empreendedora que queiram abrir seus próprios negócios;
  • pessoas leigas que desdenham do marketing multinível.

Portanto, se esse assunto parece interessante para você, continue lendo para saber mais sobre:

O que é storytelling?

aprendizado de máquina: storytelling

Storytelling é considerada a arte de contar histórias envolventes.

Mesmo sendo uma atividade bem antiga, ela funciona muito bem para ensinar e atrair novos clientes.

Várias marcas investem cada vez mais em storytelling para conseguir clientes apaixonados por seus produtos.

Ao usar storytelling em suas campanhas de marketing, você pode:

  • garantir que a sua marca será diretamente conectada à mensagem;
  • fazer com que os consumidores entendam que você vai entregar produtos de qualidade;
  • se destacar da concorrência;
  • ter clientes recorrentes.

É possível usar storytelling para ensinar sobre marketing multinível?

Ao usar storytelling para ensinar, você faz com que seus alunos:

  • se envolvam com as histórias contadas;
  • tenham maior retenção do conteúdo ministrado;
  • apresentem maior interesse no que você tem a dizer;
  • espalhem para várias pessoas que você é um excelente profissional.

Para entender um pouco mais sobre storytelling, veja o infográfico feito pela equipe da Viver de Blog.

Infográfico Storytelling
» Clique Aqui para baixar uma versão em Alta Resolução desse infográfico «

Como explicar sobre modelos de negócios envolvendo marketing multinível por meio de storytelling?

Leia este post e tire suas próprias conclusões.

O início da jornada de Mari: o ciclo de emprego formal da boiada

Mari vem de uma família muito humilde e mora com a mãe e seus dois irmãos mais novos.

Como ela teria que trabalhar em tempo integral para ajudar nas despesas de casa, seus sonhos ficaram para trás.

Infelizmente, o país estava em crise econômica, o que dificultava a busca por um bom emprego.

As vagas de trabalho que ela encontrava exigiam uma alta qualificação, a qual Mari não tinha.

A cada dia que passava, seu desespero aumentava porque as vagas estavam cada vez mais escassas e a taxa de desemprego cada vez maior.

Depois de quase um ano à procura de uma oportunidade, Mari conseguiu um emprego em um supermercado.

Ela ficou imensamente feliz pela sorte que teve, apesar de ter de passar por longas e estressantes jornadas de trabalho.

Sua elevada carga de trabalho lhe impedia de ter uma vida social equilibrada e de ter liberdade financeira.

Mari sentia-se frustrada.

Após um ano, o seu nível de stress ficou tão alto que, só de pensar em ir trabalhar, causava-lhe ansiedade.

Sair daquele emprego passou a ser uma prioridade para Mari.

Ela sairia daquele emprego na primeira oportunidade que aparecesse pela frente.

Oportunidade no marketing multinível: o mundo de fantasias de Júlio

No meio do caminho para o trabalho, um homem bem vestido abordou Mari para perguntar-lhe o nome da rua.

Ele se apresentou como um homem de negócios que estava à procura de uma pessoa que quisesse uma vida financeira abundante.

A partir desse momento, a conversa começou a fluir entre eles, até chegar no assunto de insatisfação no trabalho.

Júlio, percebendo toda a fragilidade emocional de Mari, falou que tinha a oportunidade perfeita para ela.

Ele, muito esperto, sabia que Mari estava desesperada e emocionalmente afetada e, por isso, estava em suas mãos.

Júlio explicou a Mari brevemente sobre o modelo de negócios que ele utilizava, principalmente em relação aos ganhos rápidos.

Logo em seguida, Júlio ofereceu a oportunidade milagrosa para Mari entrar na rede dele e ter uma vida abundante.

Sem ao menos pesquisar nada sobre o que Júlio disse, ela aceitou a proposta dele.

Mari se demitiu do supermercado, fez um empréstimo no banco e pagou o preço de adesão do negócio milagroso.

Infelizmente, ela não sabia que passaria por uma das suas maiores desilusões na vida.

Pirâmide financeira: o fatality em Mari

As primeiras semanas após a adesão na rede de Júlio foram maravilhosas.

Mari adorava o fato de não ter patrão e de poder ganhar dinheiro com base no recrutamento de novas pessoas.

Passados dois meses, Mari parou de receber a remuneração referente às pessoas que tinha recrutado.

Ela tentou entrar em contato com a empresa fornecedora sem sucesso por vários dias.

Assistindo o telejornal, ela descobre que caiu no golpe da pirâmide financeira, a qual possui as seguintes características:

  • a pirâmide financeira enfatiza o recrutamento de pessoas, envolvendo promessas de alto retorno a curto prazo;
  • a adesão de novas pessoas na rede é a principal fonte de renda do participante;
  • os produtos vendidos têm pouca relevância para o negócio.

Mari passou muitos dias chorando, pois seus sonhos tinham se evaporado num piscar de olhos.

O pior de tudo é que ela não sabia como se livrar das dívidas que havia contraído no banco.

Ao pesquisar sobre pirâmides financeiras e marketing multinível, ela encontrou a Associação Brasileira de Vendas Diretas (ABEVD).

A ABEVD possui o registro de todas as empresas sérias no Brasil que usam marketing multinível como modelo de negócio.

Mari percebeu que a empresa na qual havia se cadastrado não constava na lista da ABEVD.

Ela então percebeu que havia entrado na maior roubada de sua vida, o que a deixou desestabilizada por alguns dias.

Esse triste episódio deixou Mari desiludida do marketing multinível e a fez procurar por um emprego formal.

Marketing multinível: desmistificando o modelo de negócios do século XXI

No último feriado, Mari resolveu ir à uma praia com suas amigas.

Chegando lá, ela soube que Ana, uma das suas melhores amigas, havia entrado no marketing multinível.

Mari falou para Ana sobre os problemas nos quais havia passado e tentava convencer a amiga a sair dessa furada.

Ana não deu ouvidos ao que Mari disse e resolveu investir em seu desenvolvimento pessoal como líder no marketing multinível.

Passados alguns meses, Ana começou a ter bons resultados financeiros com as vendas dela e de sua equipe.

Esses resultados chamaram a atenção de Mari, a qual resolveu conhecer a fundo o que Ana fazia de fato.

Ana explicou para Mari que o marketing multinível é uma estrutura comercial com base em vendas diretas.

Venda direta refere-se à comercialização de produtos ou serviços baseado no contato pessoal entre compradores e vendedores.

Nesse caso, os revendedores podem lucrar de duas maneiras:

  • com a venda de produtos ou serviços;
  • formando uma rede de revendedores.

O marketing multinível é considerado o modelo de negócio do século XXI porque as pessoas ajudam outras pessoas a crescerem.

Consultores de marketing multinível só conseguem resultados expressivos se ajudarem as pessoas de sua rede a obterem excelentes resultados.

Marketing multinível é um modelo de negócios que reúne muitos pontos positivos:

  • baixo investimento inicial;
  • horário flexível;
  • bom retorno sob investimento;
  • desenvolvimento de liderança.

Como disse Robert T. Kiyosaki:

A febre empreendedora está nas alturas porque, quando a economia desacelera, a atividade empresarial se aquece. Na verdade, o empreendedorismo floresce em tempos de crise.

O marketing multinível é um ótimo investimento para um país em crise econômica pois ele ajuda a aquecer a economia.

Outro ponto importante é a diminuição da taxa de desemprego e o aumento da qualidade de vida das pessoas.

As 5 frufruzices de Mari: quais delas te impedem de começar no marketing multinível?


Infelizmente, Mari é uma garota cheia de frufruzices, muito parecida com a maioria dos brasileiros.

Isso a impedia de trilhar um caminho de sucesso pelo marketing multinível, independente da empresa e do líder de equipe.

Essas frufruzices são consideradas comuns em iniciantes no marketing multinível e devem ser treinadas pelos líderes.

Veja a seguir as 5 frufruzices de Mari e como combatê-las.

Frufruzice 1: não sei vender


O medo de vender aflige milhares ou até milhões de pessoas ao redor do mundo.

Muitas vezes, um vendedor é tido como uma pessoa chata que visa enganar as pessoas para ganhar dinheiro.

Essa percepção causa certa relutância das pessoas em relação ao processo de vendas.

Vender pode ser definido como o ato de despertar desejos por produtos ou serviços, atendendo a necessidade do cliente.

Por meio de quebra de objeções, o vendedor tende a maximizar a sua chance de efetuar vendas com consistência.

Na prática, o seu possível cliente precisa entender que:

  • tem um determinado problema ou uma dor;
  • o seu produto é capaz de solucionar ou minimizar esse problema ou dor;
  • o seu produto é de alta qualidade e você é uma pessoa confiável;
  • você não é apenas mais um simples vendedor que quer sugar o máximo de dinheiro possível de seus clientes;
  • o valor gerado pelo seu produto ou serviço é superior ao preço que o cliente irá pagar.

Para exemplificar o processo de vendas, suponha que você venda maquiagem.

No seu estoque, você tem uma base que tem alta cobertura e que deixa a pele bem linda.

Suponha que você tenha acabado de conhecer duas garotas, a Cláudia e a Anette.

Você notou que Anette tem muitas espinhas no rosto, enquanto que Cláudia está à procura de um namorado.

Para Anette, você menciona o fato de a sua base ser capaz de esconder todas as espinhas dela.

Para Cláudia, você menciona que a sua base deixa a pele linda e é aprovada pelos homens.

Apesar de o produto ser o mesmo, o processo de vendas usado foi adaptado para as necessidades de cada cliente.

É isso que um vendedor profissional faz intuitivamente e que pode elevar as suas chances de sucesso no marketing multinível.

Frufruzice 2: não conheço muitas pessoas

Muitas pessoas acham que é necessário conhecer uma grande quantidade de pessoas para poder começar no marketing multinível.

Entretanto, o importante não é conhecer muitas pessoas e sim conhecer as pessoas certas.

Para crescer no marketing multinível, você precisa de pessoas bem qualificadas, comprometidas e engajadas na sua rede.

Diferente do que os amadores falam por aí, não há a necessidade de ter uma rede com centenas de consultores.

O fato de você não conhecer muitas pessoas não deve ser um obstáculo para o seu sucesso no marketing multinível.

Devemos sair das nossas zonas de conforto e encarar desafios para melhorarmos as nossas qualidades de vida.

Suponha que você tenha acabado de mudar de cidade e queira vender seus produtos de maquiagem na nova cidade.

Como você não conhece ninguém na nova cidade, você opta por procurar grupos relacionados à maquiagem no Facebook.

Ao analisar alguns desses grupos, você escolhe aqueles mais adequados ao seu perfil.

Com o tempo, você perceberá que acabou conhecendo muito mais pessoas interessadas em maquiagem do que havia imaginado.

Ao conhecer muitas pessoas do seu público-alvo, você aumenta as suas chances de efetuar vendas com consistência.

Essa estratégia simples é útil para que você tenha contato com pessoas que tenham interesses similares aos seus.

Frufruzice 3: sou muito tímida

Timidez é o medo que a pessoa sente em situações sociais nas quais fica exposta à observação de outras pessoas.

Para exemplificar sobre a timidez, falarei sobre a carreira de Jim Morrison, ex-vocalista da banda The Doors.

No início de sua carreira, ele ficava de costas para o público para conseguir cantar com toda aquela plateia olhando.

Somente assim ele conseguia lidar com sua timidez e fazer o show.

Com o tempo, ele foi se acostumando e conseguiu enfrentar o público face a face.

Na prática, ser uma pessoa tímida não significa ter uma chance menor de sucesso em relação às outras pessoas.

Aliás, pessoas tímidas podem ser excelentes líderes (veja aqui).

Uma dica interessante para vencer a timidez é investir em autoconhecimento.

O autoconhecimento visa entender a si mesmo e as nossas reações em determinadas situações.

A maioria dos nossos problemas não ocorre devido às coisas que acontecem conosco, mas sim à forma como reagimos a elas.

Ter um autoconhecimento bem desenvolvido melhora a nossa inteligência emocional e o nosso convívio com outras pessoas.

Outra dica interessante é fazer um script contendo tudo o que você for falar para a outra pessoa.

Ao invés de tentar forçar uma empatia, foque no valor que os seus produtos geram na vida das pessoas.

Em muitos casos, os clientes optam por consultores que possam gerar valor adicional a eles e que sejam vistos como autoridade em seus mercados.

O foco no valor gerado pelos produtos aumenta a confiança dos clientes no consultor.

Independente da estratégia adotada para vencer a timidez, você precisa ouvir com atenção a outra pessoa e ter certeza que você entendeu o que ela quer e precisa.

Essa dica simples com certeza aumentará a efetividade de suas vendas.

Frufruzice 4: não tenho tempo


Uma das propostas do marketing multinível é horário flexível, o que não significa trabalhar poucas horas por dia.

Além disso, trabalhar muitas horas por dia não está relacionado à uma alta produtividade.

A gestão do tempo é um dos principais desafios das pessoas e é muito importante para o cumprimento de metas.

Portanto, uma boa gestão do tempo é necessária para que os consultores tenham uma boa produtividade nas vendas.

Vou te contar um segredo:

Todas as pessoas deste planeta possuem as mesmas 24 horas por dia para realizarem as suas tarefas.

O problema não é o fato de não ter tempo, mas sim de não saber dar prioridade às tarefas mais importantes.

Em muitos casos, nos ocupamos com tarefas que não trarão um bom valor às nossas vidas ou aos nossos projetos.

Gerir seu tempo é saber usá-lo para realizar as atividades que você considera prioritárias, sejam elas profissionais ou pessoais.

Para isso, você precisa identificar:

  • os seus principais objetivos pessoais e profissionais;
  • quais metas você quer atingir no futuro;
  • o que você deve fazer para atingir essas metas.

Uma pessoa que sabe administrar bem o seu tempo apresenta as seguintes características:

  • elevada produtividade na execução de tarefas;
  • bastante tempo livre;
  • bom conhecimento sobre as suas prioridades pessoais e profissionais;

O primeiro passo para uma boa gestão do tempo é identificar quais são os ladrões de tempo, que geralmente são:

  • rede sociais;
  • televisão;
  • mensagens instantâneas, principalmente no Whatsapp;
  • reuniões improdutivas;
  • procrastinação;
  • excesso de preocupações.

Crie uma lista diária para combater os ladrões de tempo, enumerando as tarefas de produtividade e as tarefas de ocupação.

A partir das tarefas de produtividade, execute sequencialmente as que tiverem os maiores níveis de prioridade.

Essa dica simples pode elevar o seu nível de produtividade e deixar você com mais tempo livre.

Frufruzice 5: não tenho dinheiro para investimento


A falta de dinheiro para investimento assombra a maioria das pessoas, principalmente em tempos de crise econômica.

Para a criação de qualquer negócio é necessário um investimento inicial por parte do empresário.

O dinheiro é o oxigênio na criação e manutenção de uma empresa, independente do modelo de negócios adotado.

Suponha que você goste de maquiagem e queira trabalhar no setor de beleza.

Você está na dúvida entre começar no marketing multinível ou abrir a sua loja física.

Caso você opte por criar uma loja física, você precisará, dentre outras coisas:

  • registrar a empresa;
  • ter estoque de produtos;
  • fazer o marketing da empresa e dos produtos;
  • contratar pessoas qualificadas;
  • comprar o programa para emissão de cupom fiscal;
  • comprar material de escritório em geral.

Caso você opte por começar no marketing multinível, você precisará:

  • pagar o valor da adesão;
  • pagar por um estoque inicial de produtos.

Perceba que o risco associado à uma loja física é bem maior que o associado ao marketing multinível.

Além disso, o investimento inicial na loja física tende a ser várias vezes superior ao investimento no marketing multinível.

O retorno sob investimento no marketing multinível tende a ser bem mais rápido em relação ao da loja física.

Por conta disso, muitas pessoas acabam aderindo a esse novo modelo de negócios.

Caso você tenha pouco dinheiro disponível, sugiro que você comece no marketing multinível aos poucos.

Você pode comprar poucos produtos e testar a aceitação do mercado em relação aos produtos.

Conforme você for ganhando experiência, você pode efetuar mais compras e aumentar o seu fluxo de caixa.

No fim das contas:

A necessidade de um investimento inicial baixo não pode parar a sua vontade de empreender.

Venda e recrutamento porta-a-porta: a triste jornada de uma sacoleira


Mais uma vez Mari voltou a formar a sua rede de consultores para marketing multinível.

Dessa vez, ela estava certa de que a empresa fornecedora dos produtos atuava de maneira séria no mercado.

Mari foi orientada a abordar pessoas nas ruas ou nas redes sociais e ir até a casa delas para:

  • mostrar os produtos ou serviços que ela e os consultores de sua equipe deveriam vender;
  • captar contatos de possíveis interessados nos produtos ou serviços a partir de cada pessoa que foi visitada;
  • oferecer a cada pessoa visitada a oportunidade de entrar em sua rede de consultores.

Mari falava para as pessoas sobre todos os produtos que vendia e deixava as pessoas experimentarem um pouco deles.

Em pouco tempo, ela notou uma grande dificuldade em obter resultados sólidos com esse tipo de estratégia.

Mari percebeu que essa estratégia amadora de venda direta porta-a-porta possui os seguintes problemas:

  • falta de confiança por parte da pessoa abordada;
  • elevada chance de rejeição;
  • muito tempo gasto com deslocamentos pela cidade;
  • elevado custo com transporte e produtos em amostra.

Ao abordar pessoas desconhecidas nas ruas ou nas redes sociais, Mari não era considerada autoridade no assunto para essas pessoas.

Essa falta de autoridade não gerava a confiança necessária para a realização de um processo de vendas efetivo.

Com isso, a taxa de rejeição de Mari era bem grande, o que reduzia a efetividade de suas vendas.

Pelo fato de Mari se deslocar até a casa de cada possível cliente, o tempo gasto e o custo subiram bastante.

Isso reduzia bastante o lucro obtido com a venda dos produtos ou serviços.

Apesar de Mari obter resultados financeiros razoáveis, ela queria elevar a margem de lucro de seu negócio.

Entrando no marketing digital: o boom de recrutamento


Mari sabia que a maioria das pessoas gastava cada vez mais tempo por dia na internet.

Mari então pensou em criar uma estratégia de recrutamento de pessoas usando a internet para escalar o seu negócio.

Na prática, Mari percebeu que precisava de uma estratégia profissional de vendas que:

  • tivesse um custo operacional baixo;
  • gastasse o mínimo de tempo possível dela;
  • fosse mais efetivo em relação à captação de possíveis clientes ou novos consultores;
  • fosse praticamente automático, com o mínimo de intervenção humana;
  • fizesse ela ser considerada uma autoridade no seu nicho de mercado;
  • gerasse confiança nos possíveis clientes ou novos consultores;
  • tivesse maior retorno sob investimento.

Após muito estudo, Mari notou que boa parte dessas necessidades podem ser supridas usando estratégias de marketing digital.

Ela resolveu então investir no marketing digital para recrutar cada vez mais pessoas para a sua rede.

Dentre as estratégias de marketing digital, Mari optou pelo marketing de conteúdo para gerar informações de alto valor para seus possíveis clientes e consultores.

Para começar no marketing de conteúdo, ela criou um blog e começou a falar sobre marketing multinível e sobre os produtos que vendia.

Por meio de páginas de captura de emails, ela conseguiu o contato de várias pessoas interessadas em seus produtos ou em entrar na sua rede.

Ela então entrava em contato com essas pessoas interessadas e oferecia a oportunidade de elas entrarem em sua rede.

Ao invés de Mari ir de porta em porta implorando para que as pessoas lhe dessem atenção, ela optou por:

gerar autoridade pela internet usando conteúdos de alto valor agregado para atrair pessoas interessadas no seu nicho de mercado

Em pouco tempo, Mari conseguiu formar uma rede com vários consultores bem qualificados.

Com isso, ela recebeu muitas premiações da empresa fornecedora, tais como carro e viagens internacionais.

A obsessão por cadastros: a falta de profissionalismo de Mari

Mari saia cadastrando pessoas sem pensar, não respeitando suas próprias limitações e as delas.

O desespero era tão grande que ela forçava a barra, sendo vista como uma pessoa chata e irritante.

Mari tentava convencer as pessoas a entrarem em sua rede em qualquer momento, custe o que custar.

Assim que encontrava alguém do marketing multinível, Mari queria mostrar que a empresa na qual atuava era a melhor de todas.

Ela sempre se colocava na posição de ataque, tentando não perder nenhuma oportunidade de recrutar pessoas.

A família e os amigos de Mari viviam fugindo dela, pois estavam cansados de receber propostas para entrar no marketing multinível.

O desespero por cadastro era tanto que Mari passava a imagem de ter uma vida que ainda não tinha.

Ela vivia de ilusão, aumentando seus ganhos e conquistas, apenas para cadastrar pessoas.

Essa falta de profissionalismo de Mari fazia com que ela e o marketing multinível como um todo ficassem desacreditados.

Passados alguns dias, Mari entendeu que estava agindo como uma amadora do marketing multinível.

Ela entendeu que não teria resultados expressivos com essa atitude agressiva de recrutamento.

Mari compreendeu que teria que mudar de atitude e se aprimorar mais em empreendedorismo para aumentar seus ganhos.

Tornando-se uma líder: a expansão da mentalidade empreendedora

Mari começou a estudar a fundo para desenvolver uma liderança eficaz e uma mentalidade empreendedora vencedora.

Por meio de seus estudos, Mari entendeu que a nossa mente é a nossa maior riqueza.

Por isso, é necessário cuidarmos dela para que tenhamos sucesso em nossas vidas e em nossos negócios.

Ela percebeu que sempre se fazia de vítima, culpando sua equipe pela falta de resultados expressivos.

Quanto mais estudava, mais Mari entendia que o fato de não ter o sucesso desejado era inteiramente culpa dela.

Mari começou então a mudar a percepção que tinha sobre o marketing multinível.

Ao longo do tempo, ela percebeu que as empresas do multinível pagam uma bonificação pelos resultados de vendas da equipe, não pelo número de seus revendedores.

No longo prazo, as pessoas tendem a ganhar mais com a bonificação por vendas da equipe do que por efetuar vendas por conta própria.

Por isso, há um certo desespero por cadastros em iniciantes no marketing multinível.

O desespero de Mari por cadastrar pessoas a impedia de ter uma equipe de vendas eficiente.

Ao longo do processo de desenvolvimento, Mari entendeu que não é necessário ter uma equipe com centenas de pessoas.

O mais importante é ter uma equipe que possa caminhar com as próprias pernas com o passar do tempo.

Sentindo-se mais preparada para enfrentar os desafios, ela se voltou para sua equipe.

Nesse momento, ela percebeu que tinha muitas falhas a serem corrigidas.

Para entender um pouco mais sobre mentalidade empreendedora para o marketing multinível, veja o vídeo a seguir, que é de uma palestra do Conrado Adolpho.

Corrigindo a rota: uma equipe vencedora

Mari transmitia todo o seu desespero por cadastros à sua equipe.

Muitos de seus liderados entravam apenas para ter ganhos com os cadastros e não se preocupavam com as vendas dos produtos.

Eles tinham a mesma atitude agressiva que ela, sem se importar com as limitações de cada pessoa.

Ao conversar com alguns consultores de sua equipe, ela notou que as expectativas de ganhos deles eram irrealistas.

A maioria dos consultores esperava obter ganhos elevados num curto espaço de tempo e com o mínimo de esforço.

Para solucionar esse problema, Mari ensinou seus consultores a terem metas viáveis de acordo com suas realidades atuais.

Ela explicou que todo crescimento é gradual e é necessário construir uma base sólida para reduzir os riscos do negócio.

Paciência, persistência e ação são as chaves para atingirmos nossas metas.

Outro problema estava na falta de gestão financeira, o que reduz bastante a chance de sucesso no longo prazo.

Para resolver esse problema, Mari fez uma série de palestras sobre finanças para os consultores de sua equipe.

Mari reparou que alguns de seus consultores compravam produtos demais e estocavam a maior parte deles.

O objetivo era receber reconhecimentos da empresa fornecedora e elevar o seu status na sociedade.

Essa ideia juvenil funciona apenas se os ganhos obtidos pela rede forem superiores aos gastos com a compra dos produtos.

Ela não é viável no longo prazo e pode fazer com que vários consultores fiquem endividados.

Mari elaborou um plano de vendas com seus consultores para que eles ficassem com o mínimo de estoque possível.

Mesmo que os produtos fossem vendidos com desconto, o objetivo era aumentar o fluxo de caixa dos consultores.

Após resolver os problemas atuais de sua equipe, Mari continuou a investir em seu desenvolvimento com líder.

O legado de Mari: o que é realmente importante na vida?

Passados vários anos de trabalho, Mari, agora uma senhora idosa, começou a analisar a sua vida.

Ela lembrava das vitórias e conquistas que tinha tido, além dos fracassos e desânimos.

Todos os tropeços foram compensados, não apenas pelo sucesso e dinheiro conquistados.

O que realmente a deixava satisfeita era perceber que ela havia ajudado muitas pessoas a realizarem seus sonhos.

Nada era mais gratificante para Mari do que receber um abraço bem apertado e um agradecimento sincero das pessoas que mudaram de vida por causa dela.

Olhando para o céu, completamente satisfeita com a vida, ela pensou:

A beleza do marketing multinível está em poder transformar a vida das pessoas. Isso é o que realmente importa no final de nossas vidas.

Marketing multinível na veia: entrando em ação

Chegamos ao final da saga de Mariana pelo marketing multinível.

Espero sinceramente que você tenha entendido os princípios básicos do marketing multinível e gostado do conteúdo que eu escrevi para você.

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